Até 2016, 75% do fornecimento de TI corporativa deve ser baseado em cloud computing

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Fonte: Informationweek – Julho 2013

Empresas estão acelerando a adoção da nuvem, exibindo ganhos significativos nos investimentos em nuvem privada e estabelecendo modelos de fornecimento híbrido. É o que revelou uma pesquisa da Coleman Parkes Research encomendada pela HP.

Ainda conforme o estudo, em três anos, 75% do fornecimento de TI corporativa deve ser baseado em cloud computing – sendo 39% em nuvem privada, 21% em nuvem gerenciada (nuvem privada gerenciada por terceiros) e 15% em nuvem pública. A TI tradicional permanecerá para fornecer atividades cruciais, responsável por 25%.

As rápidas taxas de adoção são conduzidas pelas expectativas dos participantes de que a nuvem irá reduzir os custos (68%), gerar agilidade (59%) e melhorar o serviço (55%). Quase metade das organizações (48%), contudo, admite não ter nenhum retorno sobre a análise do investimento de suas iniciativas de nuvem. Para as organizações que trabalham com mensuração do investimento, 16% dizem que usam apenas métricas de “tempo até o fornecimento”, enquanto 11% medem suas implementações de nuvem calculando as vantagens dos custos.

Além disso, 59% dos participantes acreditam que a computação em nuvem deve evoluir para uma plataforma aberta.

Fatores para adoção

Entre as principais barreiras para a implementação da solução de nuvem, os consultados pelo estudo observaram que definir acordos de nível de serviço (SLAs) (68%), cumprir com governança e regulamentações (63%), gerenciar problemas com soberania de dados (62%) e identificar o parceiro estratégico adequado (62%) estão no topo da lista.

Mais da metade das empresas pesquisadas (54%) criou uma estratégia de fornecimento de nuvem para mover os aplicações iniciais e cargas de trabalho para a cloud. Além disso, os executivos consultados consideram que as aplicações mais importantes que devem ser movidas para a nuvem são controle de relacionamento com o cliente (CRM) (71%), backup e armazenamento do banco de dados (67%) e armazenamento e arquivamento (65%). As aplicações financeiras são as menos prováveis de passarem por essa transição.

O estudo compreendeu 550 entrevistas com executivos seniores de negócios e executivos de tecnologia dentro de empresas de grande e médio porte na América do Norte (Estados Unidos e Canadá), Europa e Oriente Médio (República Tcheca, França, Dinamarca, Alemanha, Rússia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido), Ásia-Pacífico (Austrália, China, Índia, Japão e Coreia do Sul) e América Latina (Brasil e México).

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