Cloud Computing gera economia e ajuda o meio ambiente

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Por Oerton Fernandes

Estudo da Global e-Sustainability Initiative (GeSI) realizado com 11 países, em 2013, comprovou que o uso de serviços de e-mail na nuvem, CRM e groupware podem eliminar as emissões anuais de 4,5 milhões de toneladas de CO2, volume equivalente às emissões de 1,7 milhões de veículos rodando nas grandes cidades. Esse total também corresponde a 2% da pegada de carbono total da área de TI nos países pesquisados: Brasil, Canadá, China, República Checa, França, Alemanha, Indonésia, Polônia, Portugal, Reino Unido e Suécia.

Outro dado interessante detectado pela pesquisa é que a utilização de serviços multicliente baseados em nuvem é capaz de reduzir em até 92% o número de servidores instalados internamente nas empresas.

Ao levar em conta os países analisados pelo estudo da GeSI, a popularização do uso da nuvem pode permitir economia de R$ 2,2 bilhões, sendo que se essa utilização for comum “a maioria das empresas em todo o mundo, seriam eliminadas 9,1 gigatoneladas de emissões de CO2 e economizado US$ 1,9 bilhão apenas com os custos de energia em 2020.

Inclusão social, agilidade, flexibilidade e segurança são aspectos beneficiados positivamente pelo modelo de cloud computing de acordo com estudo divulgado pela Microsoft neste ano.  O levantamento sinaliza que até 2015, 7 milhões de novos empregos serão gerados em função da nuvem e mostra que a economia proporcionada vem despertando o interesse das PMEs.

Juntas, essas informações podem contribuir com os gestores e as empresas com preocupação social e ambiental na decisão pelo uso de provedor próprio ou de soluções em cloud computing.

* Oerton Fernandes  é CCO – diretor comercial e marketing da SML Brasil

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