CorpFlex investe em infraestrutura de TI

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Fonte: Decision Report Maio de 2014

A fornecedora de serviço de TI e cloud computing CorpFlex anunciou aporte de R$ 12 milhões, em 2014, para o aprimoramento de seu setor de tecnologia. A empresa ainda possui R$ 150 milhões em carteira e espera alcançar R$ 500 milhões até o fim de 2017, com contratos de longos prazos.

Em entrevista à Decision Report, o vice-presidente comercial da companhia, Marcos Andrade, relevou os principais focos dos investimentos e as perspectivas para 2014.
Decision Report – Quais serão os focos dos investimentos?
Marcos Andrade – O principal objetivo é o melhoramento na infraestrutura de TI. Nos últimos 30 meses, investimos mais de R$ 20 milhões na otimização de operações de Data Center, garantindo maior robustez ao sistema. Trocamos todas as linhas de switches por Cisco e servidores blades UCS.

Outro importante foco é o website da companhia. Queremos deixar a navegação mais simples para que o usuário encontre facilmente tudo o que precisa. A ideia é que com apenas alguns cliques ele consiga acessar informações relevantes sobre terceirização de TI e a tecnologias em nuvem.
Também estamos estudando investir uma nova tecnologia de storage e armazenamento, que será o terceiro componente de uma plataforma combinada, com sistema Cisco, VMware e de storage. Essa aplicação tem como missão reduzir riscos e aumentar a eficiência de TI, viabilizando a expansão dos negócios.

DR – A empresa já teve algum retorno? MA– Com a migração, quintuplicamos a performance do ambiente de TI e o gerenciamento se tornou mais simples. O ERP possui funcionalidades automatizadas e flexíveis que nos proporciona ganhos significativos em questões de desempenho. Ele é robusto e garante o bom funcionamento de toda a companhia

DR – Como avalia o mercado de cloud computing no Brasil?
MA – A nuvem tem ganhado muito espaço nos últimos anos e é o carro-chefe da empresa. Hoje, diversas grandes corporações trabalham com soluções em storage para não sobrecarregar suas maquinas. A hospedagem também permite o melhor funcionamento de aplicativos, data centers e redução de custos. O mercado está muito aquecido e a previsão é que ele saia dos US$ 328,8 milhões movimentados em 2013 para US$ 1.1 bilhão, em 2017- segundo o estudo Analysis of the Brazilian Cloud Computing Market, da Frost & Sullivan.

DR – De que forma a Copa está influenciando o setor de TI no País?
MA – A área de Cloud não tem sido muito impactada. As principais movimentações têm sido nos setores de varejo, logística e marketing. Esses segmentos estão bem aquecidos e nós estamos atentos a esse cenário para atender as demandas de nossos clientes e de novos negócios

DR – Quais as expectativas para 2014?
MA – Temos vindo de uma crescente de 34% a 38% nos últimos anos. A expectativa desse ano é que o incremento seja de 35%.

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