Firewall | Pesquisa revela dificuldades da TI na proteção dos negócios

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90 % dos CIOS e CTOS acreditam que o trabalho de manter suas empresas seguras está se tornando cada vez mais desafiador de acordo com a nova pesquisa da Fortinet®, líder mundial em segurança de rede e firewall de alto desempenho.

A pesquisa contou com respostas de profissionais de TI do Brasil, Colômbia e México e os resultados mostraram certas semelhanças com descobertas globais.

A pressão das diretorias para deixar as empresas mais seguras– que cresceu mais de um terço nos últimos 12 meses – também está entre as maiores preocupações no Brasil.

Quanto aos ITDMS (tomadores de decisão) de TI que vêm registrando maior pressão da diretoria, as respostas latino-americanas ficaram no mesmo nível dos entrevistados globais: 63% admitem abandonar ou adiar pelo menos uma nova iniciativa de negócio por causa de temores relacionados à segurança cibernética.

Estes são alguns resultados publicados hoje em um novo estudo chamado “Fortinet Security Census 2014”, baseado em uma pesquisa conduzida durante o mês de agosto de 2014 com mais de 1.600 administradores de empresas de TI acima de 500 funcionários pelo mundo. Os destaques do Brasil foram:

Junto com a pressão crescente da diretoria, as variáveis mais desafiadoras para os profissionais de TI deixarem suas organizações seguras são as novas demandas de tecnologia emergente, como a internet das coisas (IOT) e biometrias (97%), assim como a mobilidade dos empregados /BYOD e a crescente complexidade de ameaças (ambos 95%). As respostas brasileiras são mais altas do que as médias percentuais globais, que são de 88% para ambas variáveis.

A maioria decisores já sofreu algum tipo de ataque, aumentando a preocupação com a privacidade dos dados e com iniciativas de proteção de Big Data em 94% para ambos; em grande parte dos casos, isso significou novos investimentos em segurança de TI. Respostas brasileiras acerca das iniciativas de proteção de Big Data foram maiores do que a média global de 84%.

O aumento das demandas de segurança cibernética está causando procura por outras estratégias com quase metade dos entrevistados globais acreditando que a terceirização de parte ou da totalidade da sua segurança seria uma solução positiva para o desafio da crescente complexidade e frequência das ameaças. No caso dos participantes brasileiros, essa tendência é mais baixa, com apenas 42%.

Para os profissionais de TI a segurança está cada vez mais difícil

 O crescimento do volume/complexidade de APTs (Ameaças Avançadas Persistentes), DDoS e outras ameaças cibernéticas, além de demandas de tendências tecnológicas emergentes, como internet das coisas e biometrias , são os condutores que mais dificultam os trabalhos dos ITDMs no Brasil e no mundo.

 A crescente conscientização quanto à questão da segurança de TI por parte das empresas – e sua consequente pressão e envolvimento – também foram citados por profissionais de TI do Brasil como um dos principais contribuintes para tornar o trabalho de segurança de TI mais difícil, com 78% dos entrevistados classificando a atual consciência do gerente sênior a respeito como “alta” ou “muito alta”, um aumento de 55% em comparação ao ano anterior.

 Há também uma grande expectativa em todos os setores da indústria sobre a chegada, em breve, da biometria. Metade dos entrevistados brasileiros afirma que a tecnologia já chegou ou que vai chegar aos próximos 12 meses. A maioria dos entrevistados brasileiros (84%) diz que já tem as ferramentas para garantir que ela possa ser gerenciada de forma segura, um número maior em comparação com a resposta global (66%).

 Planos de gastos relacionados à privacidade de dados e de Big Data

As questões de alto perfil que cercam a privacidade de dados estão gerando atitudes, 94% dos ITDMs brasileiros pretendem mudar sua visão sobre estratégia de segurança de TI em resposta a isso. Destes, 59% estão dispostos a investir mais dinheiro em recursos para enfrentar o desafio, com 41% preferindo repensar a estratégia existente.

 Enquanto isso, Big Data e análise de dados foram citados por 89% dos entrevistados como condutores de mudanças para a estratégia de segurança de TI, com 50% deles planejando investimentos.

 Os setores da indústria com maior predisposição para investir em segurança de TI no Brasil foram o setor público (70%), serviços financeiros (67%) e o de telecomunicações / tecnologia (63%). A pesquisa também apontou que grandes organizações possuem maior tendência a investir.

 Quando perguntados se eles tinham recebido recursos humanos e financeiros suficientes para a segurança de TI nos últimos 12 meses, 89% dos ITDMs brasileiros disseram que sim, mesmo percentual que responder ser muito provável ter recursos suficientes para os próximos 12 meses.

 ITDMs percebem segurança como um obstáculo à inovação

Em nível global, um total de 53% de todos os ​​ITDMs pesquisados já desacelerou ou cancelou um novo aplicativo, serviço ou outra iniciativa por causa de temores acerca da segurança cibernética. A porcentagem de respostas brasileiras é relativamente mais elevada, com 57%.

 Aplicativos e estratégias relacionadas à mobilidade são os maiores pontos de atrito, assim como a nuvem.

 Grande apetite global por terceirização

Um quarto dos ITDMs citou a terceirização de algumas ou todas as funções de segurança de TI como a iniciativa mais importante para confrontar a crescente complexidade e o volume das ameaças cibernéticas. Metade de todos os ITDMs concordou que o panorama de crescimento dos desafios seria a chave condutora para potenciais decisões de terceirização da segurança da informação no futuro.

 Os participantes da pesquisa consideraram a reputação no mercado empresarial como o atributo de maior importância na seleção de um provedor terceirizado de segurança de TI.  O segundo foi o portfólio de serviços com escala global seguido da confiabilidade de SLA (Service Level Agreement).

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