A importância do Disaster Recovery Planning (DRP) e quando contratá-lo

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*Por Marcos Andrade

Um termo bastante citado no universo da TI é Disaster Recovery Planning (DRP), mas você sabe mesmo o que ele significa e quais cuidados a sua empresa precisa ter ao contratar esse tipo de serviço? Nesse post, você confere dez dicas para reconhecer a solução de Disaster Recovery ideal para a sua empresa.

O planejamento de Recuperação de Desastres (RD) é um conjunto de protocolos para recuperar informações e restabelecer serviços críticos dentro do prazo estipulado dentro do Plano de Continuidade de Negócios (PCN ou BCP em inglês). Diferentemente de um simples backup, o Disaster Recovery Planning (DRP) deve atender todas as diretrizes de replicação entre Data Centers diferentes, diminuindo o tempo de indisponibilidade.

Entendeu a importância do DRP? Então, observe dez dicas para escolher a melhor parceria!

1) Estude suas necessidades

 Dependendo do seu ramo de atuação, a necessidade de um Disaster Recovery Planning (DRP) serão diferentes. Algumas empresas demandam maior agilidade, outras podem abrir mão da rapidez em troca de custo reduzido. É necessário observar bem seus sistemas críticos e descobrir seu valor para o core business.

2) Estude sua infraestrutura

Antes de decidir como será o seu plano de Recuperação de Desastres estude quais são as chances de ocorrer desastres que realmente possam afetar seus sistemas críticos. Com servidores locais, há necessidade de redundância de energia elétrica e links de internet. Se a sua infraestrutura é baseada 100% na nuvem, sua preocupação com esse tipo de incidente é bem menor.

3) Analise seu provedor

Fique atento ao escolher o parceiro que fará o planejamento junto com a sua equipe. Observe seu posicionamento e experiência no mercado, confira a base de clientes e tente saber quantas recuperações o provedor já realizou, preferencialmente no seu ramo de atuação.

4) Padrão ou customizado?

A empresa fornecedora lhe permite adicionar e customizar cláusulas do Acordo de Nível de Serviço ou é oferecido um documento genérico? O processo de Disaster Recovery deve ser personalizado de acordo com as necessidades de seu negócio e isso precisa ser documentado.

5) Dê preferência à nuvem

Quando o assunto é Disaster Recovery Planning (DRP), o mercado está repleto de tecnologias distintas. Uma das mais eficazes é o DRaaS (Disaster Recovery as a Service), que é baseada na nuvem e utiliza um modelo de cobrança como serviço, geralmente mensal. A cloud computing é um ambiente bem mais flexível e confiável para operações de TI, e processos de Disaster Recovery não são uma exceção à regra.

6) Mantenha seu plano vivo

O tempo passa, sua empresa muda e os seus processos também. Não basta escolher a solução de Disaster Recovery ideal para hoje e se esquecer do amanhã. Mantenha o planejamento sempre atualizado e faça as “manutenções” necessárias para garantir o alto padrão de eficiência.

7) Teste seu plano!

Contratou um serviço de Disaster Recovery Planning (DRP)? No momento certo, simule um ambiente desastroso e veja na prática como o plano se comporta ao fazer a recuperação dos dados e manter seus sistemas críticos operando a todo vapor.

8) Defina um RTO

A sigla RTO significa Return Time Objective.Trata-se da tolerância desejada (ou máxima) de tempo que seu processo de Disaster Recovery deve levar até que os sistemas críticos estejam de pé novamente. Mantenha essa métrica sempre alinhada com o seu parceiro e negócios.

9) Defina um RPO

Outra métrica importante é o RPO (Recovery Point Objective), ou seja, a tolerância de dados que podem ser perdidos na recuperação bem-sucedida. É claro que  o desejo é de que esse índice seja de 0%, mas saiba que é uma métrica quase inatingível ou extremamente cara.

10) Não se esqueça das velhas práticas!

Mesmo que sua empresa conte com um plano de Recuperação de Desastres , não se esqueça das boas e velhas práticas. Sempre faça backups e mantenha as cópias armazenadas preferencialmente em um servidor remoto. Investir em soluções de segurança que mitiguem a possibilidade de um desastre por sabotagem ou crimes cibernéticos também é uma ótima ideia.

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*Marcos Andrade é CMO da CorpFlex

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