John Richard migra aplicações para cloud computing e elimina gastos com infra

  • Compartilhar

Fonte: TI Inside Fevereiro 2015

A John Richard, há 16 anos dedicada a locação de mobiliário corporativo e residencial, optou por colocar sua estrutura de TI em cloud computing, o que inclui servidores de ERP, banco de dados, e-mail, aplicativos virtualizados e emissão de NFe. “Tínhamos servidores com garantia expirando e eram necessárias expansões, que seriam caras e não sabíamos por quanto tempo resolveriam os gargalos”, lembra Nelson Lucieto Jr., gerente de TI da John Richard.

Lucieto estima que seria necessário um Capex entre R$ 400 mil e R$ 500 mil para atualizar toda e estrutura. “Essa conta não inclui mão de obra e os desgastes do dia a dia, como queimar uma fonte ou esgotar um HD, o que pode interromper o trabalho de alguém”, pondera. “Hoje há uma preocupação com falta de energia. Com os servidores na nuvem, se falta energia, os usuários podem pegar seus notebooks, se conectar por 3G e continuar trabalhando”, menciona.   Sediada em São Paulo, a John Richard tem filiais em Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Recife.

Independente do modelo de TI como serviço, a disponibilidade de conectividade já era um ponto preocupante. Por exemplo, as leituras de código de barras em estoques descentralizados são consolidadas no ERP. A rentabilidade e a qualidade da operação também dependem de muita eficiência na logística, com agilidade na transferência entre estoques e nas reposições. A estrutura de telecom da matriz conta com três links – fibra da Embratel a 10 Mbps; enlace de rádio da NeoVia a 3 Mbps; e DSL de 2 Mbps da concessionária. As filiais são atendidas com links iP dedicados.

O gestor de TI nota dois fatores importantes que pesaram na opção pela CorpFlex: “A CorpFlex tem uma boa parceria com o nosso fornecedor de ERP e o suporte ao produto é muito importante para nós”, conta. Ele acrescenta que houve flexibilidade para formatar um acordo de um ano, com alternativa de cancelamento. “A diretoria não gosta de contratos longos. Mas hoje, não há nenhuma intenção de voltar atrás”, esclarece. Os ativos e os serviços da infraestrutura de TI hoje custam R$ 10,1 mil mensais à John Richard.

Na migração, equipes da CorpFlex foram mobilizadas nos finais de semana. “Na segunda-feira, o pessoal ligava a máquina e nem percebia que estava conectado à nuvem”, resume Lucieto Jr.

Há pouco mais de um ano, a John Richard inverteu uma abordagem comum da computação em nuvem, em que as corporações usam a estrutura terceirizada para testes e homologações. Essa nova visão, coordenada desde o princípio por Nelson Lucieto resultou na mudança, onde hoje a produção da John Richard roda na estrutura da CorpFlex e o legado passa a ser usado para testes.

Além das aplicações nas plataformas providas pela CorpFlex, a John Richard licenciou o Dynamics CRM, da Microsoft, na modalidade de serviço. Embora rodem em nuvens distintas, o CRM e o ERP conversam, até para evitar inconsistências em cadastros e informações sobre clientes.

Comentários

  • Compartilhar

Posts Relacionados

Quem já está na nuvem certa