Proximidade na gestão dos processos de TI é primordial! Como avaliar?

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*Por Marcos Andrade

Fazer o upgrade do sistema de gestão da empresa pode ser uma tarefa rotineira para a equipe de TI, mas isso não quer dizer que seja simples e à prova de falhas. Imagine que, por algum erro de planejamento, o servidor atual não comporte a alteração e os ambientes fiquem instáveis, prejudicando toda a operação.

Para que seja possível ampliar a capacidade do servidor, geralmente é preciso seguir um roteiro burocrático: ligar para a central de atendimento; agendar uma reunião de levantamento das necessidades; passar pela avaliação dos técnicos; emissão e avaliação da proposta; voltar para a análise comercial e, após quase um mês, será possível resolver a questão. Isso pode ser uma grande dor de cabeça para o CIO, pois muitas vezes  as atualizações acontecem aos finais de semana e na segunda-feira tudo precisa funcionar normalmente. O parceiro de TI ideal precisa garantir que a empresa não sinta os impactos de possíveis falhas e deve atuar muito rapidamente em caso de crise.

Mas como saber se a TI do seu negócio está em boas mãos?

A proximidade é fator primordial para que um parceiro de TI faça a diferença na gestão dos sistemas de missão crítica e serviços de tecnologia.

No caso do exemplo acima, seu parceiro de TI pode simplificar a gestão da tecnologia da informação já disponibilizando os detalhes e valores dos serviços em contrato. Precisou ampliar a capacidade do servidor para suportar novos processos em pleno domingo? Você já sabe quanto vai custar e o upgrade pode ser feito rapidamente, sem todo esse trâmite burocrático, o que é muito importante para a dinâmica do negócio e também para o posicionamento estratégico da área de TI.

A proximidade também deve refletir na forma de atendimento que o parceiro vai oferecer para a gestão da disponibilidade dos serviços de TI. Os profissionais que irão atender a sua empresa precisam ser dedicados ao seu negócio, conhecer a sua realidade e o mais importante: ter nome, sobrenome e um número de celular dos heads (líderes responsáveis por cada área) para o qual você possa ligar quando precisar escalar a demanda. Certifique-se de que você e seu time terão a companhia de pessoas comprometidas com o sucesso da sua empresa e que trabalharão juntos efetivamente.

O checklist de crise é outro fator que precisa ser considerado. Trata-se de um procedimento que os fornecedores de TI precisam apresentar para garantir que o CIO estará assistido 100% do tempo e mostrando como isso vai acontecer. O melhor modelo é conhecido como “checklist reverso”, ou seja, ao invés de fazer uma solicitação crítica a um atendente genérico que irá encaminhá-la internamente, nesse modelo o problema é exposto diretamente ao topo da pirâmide. Assim, a solução da sua demanda acontece de forma muito mais rápida e eficiente, pois é encaminhada com precisão dentro do parceiro de TI.

Para Jorge Tamariz, CIO da Belarina Alimentos, esse é um dos fatores que impactam a gestão da tecnologia da informação de maneira decisiva. O executivo explica que o checklist reverso é o modelo utilizado pelo Banco Central do Brasil e também pelo parceiro de TI que ele escolheu. Assim, o CIO agrega velocidade na tomada de decisão, agilidade na solução de problemas, segurança de excelente atendimento e ambientes sempre disponíveis funcionando como um relógio. Essa agilidade é muito importante na gestão da tecnologia da informação, para a TI ocupar uma posição estratégica dentro da empresa, respondendo rapidamente às necessidades do negócio.

Parceiro mesmo é aquele time que joga junto, que entende seus desafios e também se prepara para eles. A proximidade na gestão dos processos de TI e o atendimento que o parceiro proporciona garantem ao CIO a tranquilidade e segurança que ele precisa para focar no core business da empresa e impactar positivamente nos resultados da companhia. Pense nisso!

*Marcos Andrade é CMO da CorpFlex

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