Confira os maiores riscos em cibersegurança para 2018

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*Por Marcos Andrade

O ano de 2017 já foi marcado por inúmeros ataques cibernéticos. O vírus WannaCry, por exemplo, atingiu computadores de mais de 74 países e seus idealizadores exigiram bitcoins em troca das informações. O grande problema disso tudo é que, segundo dados do Fórum de Segurança de Informação (ISF), a previsão é aumentar o número de crimes virtuais e o impacto deles em 2018.

Para o diretor-geral do ISF, Steve Dubin, as ameaças serão mais sofisticadas em 2018 e personalizadas para atingir os pontos fracos das organizações. Você não quer correr riscos na sua empresa, certo? Então, está na hora de planejar um investimento em cibersegurança e ciberdefesa, pois as previsões globais da Kaspersky para 2018 são ameaçadoras!

Quais são as principais ameaças de cibersegurança em 2018?

Segundo as previsões globais da Kaspersky para 2018, o cybercrime aumentará em instituições privadas e públicas. Em seu relatório, a empresa citou os principais riscos para o ano:

Internet das Coisas (IoT)

Com o uso cada vez mais amplo de dispositivos de IoT nas empresas, são cada vez maiores os riscos em cibersegurança para 2018. Isso porque muitas companhias esquecem de investir em cibersegurança e ciberdefesa, deixando os ambientes mais vulneráveis.

Ademais, o ecossistema de IoT está em constante evolução, o que dificulta a transparência. O resultado é que as instituições não sabem até que ponto os dados saem de suas redes e são transmitidos para outros dispositivos como smartphones ou tablets.

Logo, essas falhas aumentam o risco de que as informações de clientes sejam divulgadas em outros meios, o que pode prejudicar a imagem e credibilidade da companhia. Consequentemente, os consumidores têm o direito de responsabilizar a empresa que não investiu em cibersegurança e ciberdefesa.

Ameaças aos processos

Os crimes virtuais também poderão ameaçar os processos industriais. As cadeias de abastecimento costumam apresentar vulnerabilidades, devido ao compartilhamento de dados com fornecedores. Isso faz com que as companhias percam o controle total da informação, pois não sabem quais são os níveis de segurança adotados pelos parceiros.

Independentemente da área da empresa, ela sempre estará ameaçada quando compartilhar qualquer tipo de informação. Sendo assim, uma das tendências em cibersegurança em 2018 é definir estratégias para corrigir os pontos fracos das cadeias de abastecimento e incentivar a ciberdefesa em todo o ecossistema.

Malwares e Ransomwares

As previsões globais da Kaspersky para 2018 também identificaram uma tendência de que os hackers continuarão investindo nesses dois modelos de exploits: os malwares e ransomwares.

Isso porque eles são comandos que atacam uma vulnerabilidade do sistema e, a partir disso, conseguem se espalhar por toda a rede. Essa é uma estratégia para obter informações pessoais ou de instituições públicas e privadas de maneira fácil e rápida.

É também uma ferramenta que poderá ser utilizada para espionagem de cidadãos ou outras instituições.

Como essas ameaças impactarão os negócios?

Os maiores riscos em cibersegurança para 2018 indicam que, a cada dia, as empresas estarão mais vulneráveis. A ciberdefesa, sozinha, já não será mais tão eficiente, exigindo que elas invistam em securitização da cibersegurança.

Caso isso não ocorra, as companhias correm o risco de serem prejudicadas financeiramente – com o sequestro de informações e pedidos de resgate – e também em relação à credibilidade. Afinal, como um cliente poderá confiar suas informações pessoais a uma empresa que não protege seus dados?

Logo, as tendências em cibersegurança em 2018 indicam que será inevitável investir em securitização da cibersegurança. Essa é uma estratégia para criar práticas diárias de monitoramento de ameaças, fazer cópias de arquivos e adotar hábitos cada vez mais seguros no dia a dia.

Seguindo essa lógica, será necessário investir em soluções especializadas para blindar a companhia utilizando todos os níveis de segurança. Isso pode ser feito ao estruturar as ferramentas de comunicação na empresa, estabelecer filtros de conteúdo e fazer um monitoramento e gerenciamento 24 horas.

Esse modelo de securitização da cibersegurança oferece mais tranquilidade ao gestor, que pode controlar os níveis de acesso de acordo com a hierarquia do colaborador. Para complementar, ele tem a vantagem de fazer atualizações automáticas de serviços de firewall gerenciado, antivírus e dos protocolos de segurança, garantindo uma proteção a mais para as informações.

Agora que você já conhece as principais ameaças de cibersegurança em 2018, acha que vale à pena ficar vulnerável? Se a sua resposta é “não”, então, está na hora de entender melhor como funciona um gerenciamento de risco!

*Marcos Andrade CMO da CorpFlex

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