Farmacêutica adota cloud computing para apoiar crescimento

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Fonte: Business Saúde 365 Outubro de 2014

Reduzir custos com infraestrutura de TI logo no início das operações para alcançar metas estabelecidas: este foi o objetivo do Grupo Althaia – que controla a farmacêutica de mesmo nome criada em 2010 e a nutracêuticos Equaliv, lançada em 2011 – ao adotar uma solução de nuvem da CorpFlex. A decisão foi concomitante ao nascimento das duas empresas e baseou todo o ambiente em cloud computing.

São seis servidores em cloud privada de uso exclusivo para hospedagem do sistema de gestão (ERP) da fabricante alemã SAP, com demanda de 50 acessos remotos. De acordo com Carlos Eduardo Rodrigues, gerente de TI do Althaia/Equaliv, são investidos cerca de R$ 8 mil por mês no serviço, em um projeto de três anos, dispensando grandes investimentos iniciais na montagem de um data center ou contratação de mão de obra, e evitando depreciação da tecnologia.

Segundo Rodrigues, um ambiente de TI  externo tornou a gestão da TI mais fácil, melhorando os processos internos. Além disso, aumentam a confiabilidade e disponibilidade para aplicações de missão crítica, além de escalabilidade para suportar o crescimento previsto para os próximos anos.

O faturamento do Althaia chegou a R$ 41 milhões em 2013. Os funcionários já são 350, sendo apenas cinco os integrantes da equipe de TI, bastante enxuta. Para Rodrigues, só é possível manter uma equipe tão pequena ao se trabalhar de forma integrada com os especialistas da CorpFlex. “Estamos sempre atualizados tecnologicamente com o que há de mais moderno em infraestrutura de TI e o mais importante, sempre funcionando de forma segura, ininterruptamente e de forma transparente”, enfatiza Rodrigues.

O grupo registra forte crescimento desde que começou a operar em agosto de 2010, após a compra de uma planta fabril em São Paulo (SP) para a produção de medicamentos de outras farmacêuticas. Em 2011 também montou uma unidade na cidade de Atibaia. Após quatro anos de atividade, o laboratório possui seis produtos genéricos e 30 submissões de registros aguardando aprovação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O volume de produção também tem superado a casa dos 30 milhões unidades por ano.

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